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terça-feira, 19 de agosto de 2008

Bilhete


Hoje, especialmente esta noite, quente e agradável, a lua imensa parecia um enorme balão ao alcance das minhas mãos. Imagine, bastava esticar as mãos e segurar a lua! Aquela enorme bola amarela e com ela rolar pela areia da praia. E, apesar da enorme lua, do mar só podia ver sua espuma e ouvir o barulho suave das ondas, que vem e vão, vão e vem... e neste mirar o mar pressenti seus olhos negros, no escuro, a me observar sentindo a maresia me envolver e sussurrar... vem, vem... uma voz tão doce! São os versos da minha fantasia.
Perto mesmo homens e mulheres suados, crianças jogando voley e a vida passeando pelo calçadão. Voltei a minha aeróbica cantando uma canção antiga, uma homenagem a Dorival Caymmi:
"É doce morrer no mar
Nas ondas verdes do mar
É doce morrer no mar
Nas ondas verdes do mar..."

2 comentários:

Adolfo Payés disse...

la luna es la imagen de tu presencia hecho verso y poema que nos llena el alma para seguir siendo siempre tus lectores, gracias un abrazo y saludos fraterno

Cynthia Lopes disse...

Ah, Deus queira que tu sigas sendo sempre meu leitor e, comentarista, destes versos que a ti ofereço, como os ofereço com carinho a todos que por aqui passeiam, ficam e se emocionam. Gracias y mis saludos, Adolfo