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sexta-feira, 1 de maio de 2009

Calçadão






Urubus planam no céu
em voo majestoso,
imensas asas abertas.
Dantesco!

- Foi-se o tempo das gaivotas.

8 comentários:

Ricardo Kersting disse...

Os urubus precisam de mais espaço do que as gaivotas.. O trabalho deles é mais árduo. Cada vez mais.
beijo.

Adolfo Payés disse...

que belleza tiene en tus versos poeta mía de la ternura. hermoso como siempre sentirte en ellos, que puedo decir si tu presencia lo dice todo. con ternura inmensa. belleza alma la tuya

Saludos fraternos con mucho cariño, poeta mía del alma
un abrazo con mucha ternura escrita como tus versos

que tengas un buen fin de semana

E o pensamento voa... disse...

Olá, Cynthia!

Parece que precisamos espantar os urubus e criar nossas próprias gaivotas.

Gostei!

beijinhos,

Neli

Cynthia Lopes disse...

É Ricardo, com certeza do jeito que nossas cidades se encontram as gaivotas já não se sentem em casa. Tá mais para os urubus mesmo, rsrs... (não se rio ou se choro!), bjs

Cynthia Lopes disse...

Obrigada, meu querido poeta Adolfo por encontrar beleza nos meus versos mais tristes e sofridos, segues sendo sempre meu companheiro nesta viagem de versos e palavras, de cores e de sombras, besos y besos

Cynthia Lopes disse...

Oi Neli, podemos criar várias gaivotas de origami e colocar nas praias para espantar os urubus, que tal a idéia? Sei que não foi isso que vc quis dizer, mas ver a praia que tanto amo agora tomada por urubus e pombos, me provocou uma tristeza e uma certa nostalgia da infância (quando só havia gaivotas), bjs

Aroeira disse...

rsrsrs 'foi-se o tempo das gaivotas é ótimo'.

Cynthia Lopes disse...

rsrs... gostou né? É meu caro Aroeira, bem irônico! bjs