
Inspirada na tela de Gustav Klimt
Insinuada, sugerida... em suas formas
curvilíneas, redondas, muito sensuais.
Na tela de Klimt esta mulher sai
das sombras, dos subterrâneos, cumprindo
seu destino – dela nasce a palavra
que fértil fecunda a terra. Dobrada
sobre si mesma mostra seu seio doce,
rosto suave, sua cabeleira ruiva.
Em primeiro plano, cochas torneadas.
Nua e cálida, dorme ao colo do pintor
que a tinge de nuances. Danae, é seu
vértice, ápice, no ponto mais alto
da pirâmide - nela esta vertigem,
perda dos sentidos, sonhos, prazeres,
em que todos transigem e se curvam.
(Em seu seio róseo chuva de ouro e sêmen)
9 comentários:
Querida poeta,
belo e "plástico" poema...Adoro esta imagem;) Nossa...estava visitando o seu blog, e quase nos desencontramos...você estava visitando o meu, rs,rs... que mágica e agradável "sincronia".Adorei seu comentário sobre a "safadeza" das palavras, rs,rs...
beijo grande:)
Precioso .. te llevaste mis pupilas con la lectura y la imagen escogida para ello.. lindo tu poema un beso slaudes
Adorei o "plástico"! Klimt é sem dúvida um dos meus pintores prediletos. Nossa sincronia não me surpreende, parace que lhe conheço desde o primeiro verso seu que li, rsrsrs... Um grande beijo Mara e obrigada
Gracias Adolfo!
:)
Amo Klimt e toda a sua obra. Danae é lindíssima. Ficou mais com teu poema!!! beijo
Brigadão, Márcia.
:)
PS: Gente façam o favor de conhecer o blog da Márcia Cardeal, é pura poesia plástica!
bonito poema.
Lindona.......
envia pra meu email o teu...quero escrever "uma carta" pra vc*),desculpe,perdi ( andava voando por aí,entre o andaime e o sofá, rs,rs)
grande bjo!!!
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