
Beralda espera a lua apontar na esquina. Hoje, é noite de lua cheia.
Nestas noites, ela sempre se entrega as suas recordações de amor, do seu único amor. Fecha a porta do quarto atrás de si, as luzes e abre as duas grandes janelas, deita na cama e sonha.
Trazendo o passado para o presente, Beralda abre este parêntesis, um novo portal, de beleza inimaginável.