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quinta-feira, 9 de abril de 2009




velha usina,
memória de um tempo,
da dor escravos.

6 comentários:

Adolfo Payés disse...

memoria pura tus versos poeta, inmaculada del alma..

que bellos tus poemas siempre con las caricias divinas del alma escrita, poeta..

saludos con mucho cariño. besos siempre..
un abrazo..

ADiniz disse...

Caidas como uma fenda,
a farsa escondida,
imbutida na cota.
Bjkocas, e
eliz Páscoa.

Ricardo Kersting disse...

Em alguns momentos penso que a "usina" ainda funciona. Talvez com mais força, usina de força tocada a dinheiro..
Beijos

Cynthia Lopes disse...

Gracias Adolfo, por tu constante presencia. Mi cariño...

Cynthia Lopes disse...

Ana os reflexos da escravidão seguem vivos até nossos dias! bjs

Cynthia Lopes disse...

Ricardo, gostei - Usina da Força do Dinheiro, sem dúvida. leu o email que lhe encaminhei? bj