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segunda-feira, 22 de junho de 2009

Cais





Teu corpo no meu corpo,
vertiginoso, cai.

Meu corpo engole o teu
em meio a muitos ais!

sentidos atritados,
não há nem tu nem eu.

Só nossa estranha história:
dois barcos, mesmo cais.

10 comentários:

Adolfo Payés disse...

Me quedo con tus versos siempre preciosa,, bellos como siempre. y llena mi alma que te necesita la ternura escrita..

besos muchos preciosa
te quiero mucho
saludos fraterno con mucho cariño

Ricardo Kersting disse...

"Para quem quer se soltar invento o cais" Bonitos versos poeta. Lembrei Milton, mas não há semelhança além duma palavra. No entanto, a ternura é uma constante.
Beijo

Cynthia Lopes disse...

Obrigada Adolfo, por estar sempre por perto, pelo seu carinho, por abrir sua alma aos meus versos, por encontrar beleza em cada palavra e por me querer tanto.

te quiero mucho también
besos y besos
mi niño poeta

Cynthia Lopes disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Cynthia Lopes disse...

Ricardo em sua homenagem postei o vídeo do Milton com a música Cais. Só você para trazer a música para os meus versos! De todo coração, obrigada, T'A

João Manoel Lourenço Pereira disse...

Em seu poema o cais toma ciência da lei da gravidade que só os corpos conhecem. Ao largo: barcos, em uma tela. Por sobre a cama. (rsrsrs). Um beijo, João

João Manoel Lourenço Pereira disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Cynthia Lopes disse...

Adorei João, rsrs... só você! bjs

Aroeira disse...

uauoua! fuerte, mujer, fuerte!

Cynthia Lopes disse...

Gracias hombre!!
rsrsrs...
bjs, Aroeira