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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Azul




Mais que uma cor, um frescor trazido
pela brisa do mar, correntes,
ventos, oceano de náufragos.
A impossibilidade do amor

nos deixa estes corpos dormentes.

Derramamos as nossas dores
em longas conversas (deleite).
Costuramos os nossos olhos
na cegueira, animados por

uma nova realidade. Ávidos,
desconhecidos, desmedidos.
Estamos distantes e tão
próximos deste azul profundo,

das nossas almas irmãs.

6 comentários:

Ricardo Kersting disse...

Azul profundo em meus olhos, ouvidos em cinco sentidos, todos sem horizontes todos sem limites
apenas o azul esverdeado
denso e frio profundo
azul..e audível.
Complemento da palavra...
Elemento do som..

Beijos então..

ADiniz disse...

Eu em naufragio,jogaria-me ao mar,pois,na superficie o azul profundo parece escuro, imerso,é claro,é vivo, é colorido,e mirando para o alto sempre se ve uma luz,nem que esta seja o brilho translucido de uma medusa que se deixa levar pela corrente do vento no mar.
Estes velhos marujos,sempre corajosos em seus reparados barcos.

Bjs big blue

Cynthia Lopes disse...

Perfeita integração
Ricardo, som e imagem e poesia.
minha admiração e meus beijos então (essa foi para rimar, rsrs)

Cynthia Lopes disse...

É Ana, elemento primordial, o mar sempre nos permite ver muito longe, além de nossas dores e naufrágios... bjs

Adolfo Payés disse...

es el mar el amor profundo de mas sentidos..

muy bello poema nos acaricia hoy tu post


saludos poeta de la ternura...

al de la vida tu presencia.

un abrazo

Cynthia Lopes disse...

Gracias mi niño poeta, siempre!