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domingo, 1 de fevereiro de 2009

Marcas do tempo






(Pintura de Salvador Dali)








sigo em frente
à constância,
sobrevida.
os anos passam
na estrada,
quantos dias
vãos, embora?
pelo tempo
como água,
sumidouro.
vejo o sol
nascer, deitar
suavemente...
se foi. como
dos meus pés
o pó da
caminhada.

6 comentários:

Ricardo Kersting disse...

E nesse caminhar quantas e tantas pedras preciosas deixaste cair aos
nossos olhos agradecidos?
Beijos

Cynthia Lopes disse...

Ai que lindo! Sua poeta agradece, muito comovida, emocianada mesmo. bjs

Adolfo Payés disse...

es divino leerte, y sentir en vos la dulzura vida de tu alma...

saludos fraternos, con mucho amor y cariño poeta de la ternura...

Cynthia Lopes disse...

Sempre com muito amor e carinho lhe retribuo, sua gentileza e ternura para comigo. Um forte abraço e meus fraternos beijos...

João Manoel Lourenço Pereira disse...

Escrito em que você se vai ao tempo, posto que em nós, é o que existe de maior, a governar, a nos desatar, e aí inevitavelmente, teu belo poema. Muito belo por sinal. Um beijo, João

Cynthia Lopes disse...

Meu querido João, obrigadíssima pelo comentário e pelo carinho de sempre. bjs