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domingo, 8 de fevereiro de 2009

Navegar...
























Navegar... em suas mãos
me deixo estar. Sossega
meu coração que ele sabe
do mar, o amor nos leva
longe e não dá mais para
voltar. Viajamos nós
no azul imenso que
nos transforma em peixinhos.

Navegar... nestes seus
versos, maduros frutos,
poemas que deságuam
nos meus rios, água que
corre para o seu mar.
Em meus sonhos mais loucos,
jamais pensei me deixar
levar por nossas muitas

ondas, que nos carregam
para amar. Somos presas
desta rede tecida
pelos nossos cabelos,
como uma vela, que se
estende aos céus e nos
faz velejar por outras

vagas - paralelas.

4 comentários:

Ricardo Kersting disse...

E agora? Voltar como?
Muito lindo, minha poeta.
Beijos

Cynthia Lopes disse...

Não volta meu querido, vá em frente, se arriscar é preciso. rsrsrs...

Adolfo Payés disse...

como navegar en tus veros es un sentir sublime poeta del alma..


saludos inmenso con el amor de siempre..

un beso

Cynthia Lopes disse...

Que saudades de ti mi niño poeta, é só vc se afastar um pouco... su poeta del alma.